O dicionário é uma ferramenta muito importante para aqueles que estão aprendendo uma língua, principiantes ou avançados. Principiantes fazem mais uso de dicionários bilíngues, português-alemão e alemão-português, ou alemão-inglês. Minhas sugestões de dicionários bilíngues são: PONS (há várias línguas disponíveis), PONS (para dispositivos móveis) e Linguee (alemão-português). O Linguee traz sempre exemplos de textos, com a palavra em questão marcada em amarelo, o que ajuda a ver qual equivalente fica melhor em cada contexto.
Os dicionários alemão-alemão, como o Duden são bons para alunos avançados, que procuram por sinônimos, gramática, exemplos. O Wiktionary:Deutsch pode ser usado por principiantes e avançados, para checar o gênero e a declinação/conjugação das palavras e por que, além de trazer exemplos e sinônimos, mostra também a pronúncia e muitas vezes traz algum tipo de ilustração.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Fonética II ( e Prosódia)
Na última postagem esqueci de falar de aspectos importantes da fonética: as vogais "tremadas" ö e ü, o ch, e o r, que pode ser pronunciado como uma vogal e que, quando realizado como consoante, é em geral diferente do nosso r. Esqueci de mencionar também alguns aspectos fonológicos, como a regra de desvozeamento de plosivas em final de sílaba, e aspectos de prosódia, como acentuação e entonação. Vou explicar tudo com calma nas próximas postagens.
sábado, 28 de janeiro de 2017
Fonética do alemão para brasileiros
Acredito que a maioria dos livros didáticos usados no ensino do alemão no Brasil sejam aqueles produzidos e criados na Alemanha. Na maioria das vezes trata-se de livros didáticos muito bons, com uma abordagem comunicativa. O único problema que eu vejo neles é que eles abordam dificuldades de pronúncia para falantes de qualquer outra língua. Num livro que eu usei há, por exemplo, um exercício que visava conscientizar o aluno da diferença entre r e l. Para falantes de português isso é claro e seria obviamente um desperdício de tempo apresentar um exercício como esse na sala de aula. Por outro lado faltam exercícios que abordam dificuldade típicas dos falantes de português brasileiro: a "falta"de nasalização no alemão (Bahn e não *bãn), os clusters consonantais como em trifft (nós tendemos a fazer epêntese, ou seja, adicionar vogais onde não tem, falando triffit), as nasais finais m, n, e ng (que em português não são distintivas), o w que é lábio-dental, diferente do nosso v, o l (que nunca é uma semivogal), e a diferença entre um i longo e um e longo, que são muito similares para ouvidos brasileiros. É por isso que eu estou preparando exercícios extras de pronúncia para meus alunos. Mais tarde pretendo postar uma lista completa desses exercícios aqui no blog.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Preparando aula com o Google Keep
Na época que eu estudava Pedagogia Instrumental em Viena eu aprendi muito sobre como preparar uma aula de piano: costumava preencher um quadro com os objetivos, metodologia, conteúdo, material e a duração de cada fase da aula. Depois de me formar eu vi que na prática tinha muito pouco tempo para preparar as aulas dessa maneira. O curso de pedagogia instrumental não tinha me proporcionado nenhuma alternativa à preparação de aula por extenso . No curso de formação de professores de alemão que fiz pelo Instituto Goethe, um curso EAD que concluí em 2015, aprendi a preparar as aulas de alemão de forma bastante detalhada também. Contudo, mais no final do módulo principal, uma maneira alternativa de anotar as fases, objetivos, conteúdo e material foi apresentada, já que com o tempo se ganha experiência e se necessita de menos informações explícitas sobre a aula. Os autores chamaram isso de Spickzettel, uma colinha, como diríamos no Brasil.
Nos últimos anos tenho preparado as aulas com Spickzettel, mas ainda estava descontente com uma coisa: embora cada aluno precise de uma aula diferente, quando o livro didático é o mesmo, muita coisa poderia ser aproveitada de uma aula para outra, numa mesma lição de um mesmo livro. Eu também estava descontente com a pilha de papéis que ia se acumulando nos meus arquivos, mas que eram difíceis de acessar. Pensei em usar o Google Docs para preparar as aulas no computador e ler no celular (eu também uso o celular para os áudios e vídeos que uso nas aulas), mas a até agora melhor alternativa foi o Google Keep, um app para anotações que conheci através de um aluno. Instalei o app no tablet e no celular. Uma das vantagens é que se pode optar por usar caixas de seleção, que ao serem clicadas passam para o final da lista, mas podem ser recuperadas. As anotações podem ser copiadas por inteiro e assim uma colinha pode ser aproveitada e modificada para outro aluno. Preparo minha colinha no tablet e sigo na aula pelo celular, que uso também para anotar perguntas e dúvidas dos alunos e também para editar na hora, se ideias melhores vêm a mente ao ver que um exercício funciona na prática melhor de outro jeito.
Nos últimos anos tenho preparado as aulas com Spickzettel, mas ainda estava descontente com uma coisa: embora cada aluno precise de uma aula diferente, quando o livro didático é o mesmo, muita coisa poderia ser aproveitada de uma aula para outra, numa mesma lição de um mesmo livro. Eu também estava descontente com a pilha de papéis que ia se acumulando nos meus arquivos, mas que eram difíceis de acessar. Pensei em usar o Google Docs para preparar as aulas no computador e ler no celular (eu também uso o celular para os áudios e vídeos que uso nas aulas), mas a até agora melhor alternativa foi o Google Keep, um app para anotações que conheci através de um aluno. Instalei o app no tablet e no celular. Uma das vantagens é que se pode optar por usar caixas de seleção, que ao serem clicadas passam para o final da lista, mas podem ser recuperadas. As anotações podem ser copiadas por inteiro e assim uma colinha pode ser aproveitada e modificada para outro aluno. Preparo minha colinha no tablet e sigo na aula pelo celular, que uso também para anotar perguntas e dúvidas dos alunos e também para editar na hora, se ideias melhores vêm a mente ao ver que um exercício funciona na prática melhor de outro jeito.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Sandra Bullock fala alemão!
Eu estou preparando um post sobre aulas de alemão no YouTube e por acaso vi um vídeo da Sandra Bullock falando em alemão quando recebeu um prêmio. Fiquei muito surpreso com a fluência, apesar de ter um artigo ou outro trocado (normal, né?). A mãe dela era alemã e ela morou na Alemanha e também na Áustria, em Viena e Salzburgo. Como o post das aulas vai demorar mais para sair, resolvi compartilhar o link da premiação aqui:
Sandra Bullock falando alemão
Sandra Bullock falando alemão
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Que babadum!
Um aluno me mostrou um site com um joguinho para exercitar vocabulário, o babadum.com. Basta criar uma conta rapidinho com endereço de e-mail, nome e senha e já é possível acessar o site, que contém cinco joguinhos para praticar o vocabulário de 21 línguas (o alemão é uma delas, claro)! Tem também um joguinho extra para os estudantes de japonês praticarem kana. O programa escreve ou diz uma palavra e o jogador deve escolher a qual figura a palavra se refere, ou ao contrário. O site vai marcando a pontuação. Confiram aqui: babadum.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Vídeos de música com textos em alemão
Estou preparando uma listinha de vídeos com textos em alemão. Por enquanto estou postando quatro vídeos, de pop alemão até ópera de Mozart. Confiram!
Glasperlenspiel - Geiles Leben
Joris - Herz über Kopf
Andreas Bourani - Auf uns
Mozart - die Zauberflöte - Der Hölle Rache
Glasperlenspiel - Geiles Leben
Joris - Herz über Kopf
Andreas Bourani - Auf uns
Mozart - die Zauberflöte - Der Hölle Rache
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